Wednesday, January 14, 2009

Fim do ano, metade da rota

Uma parada em Port Elizabeth para dormir, mas nenhuma foto. E uma cidade enorme e o mais curioso e que de repente, apos horas e horas em uma uma falta de tudo, memos de gente, surgem cidades gigantescas com milhoes e milhoes de pessoas.
Coffee Bay e um lugar bem distante. Depois da rodovia, espera-se por uma van e ai sao mais duas horas de viagem rumo a costa, com muitas subidas e descidas e de repente se ve umas duas casas, que sao os dois albergues da vila. Esta e a primeira impressao, claro. Depois se descobre que essa pacata vila tem uma vida agitadissima, com gente por todos os lados, indo e vindo pelo rio e a paisagem mais fantastica que ja vi. Experiencias com o camping sao as das mais diversas. Agua gelada, chao ondulado e um colchao fino. So bebendo um bom vinho sul-africano pra dormir. Do dia 24 para o dia 25 houve uma grande festa, pessoas com suas dancas tipicas, tambores a noite inteira. Adotada por um casal de Johanesburg, tive um jantar natalino com a melhor pizza que comerei na vida. Lugares exoticos tem das suas supresas agradaveis, entao tomar banho na agua fria nao e nada.

Nesse mesmo pedaco de Africa, uma caminhada de tres horas para ver o Hole in the Wall, um lugar paradisiaco, assim como todo o caminho percorrido ate la.

Apos os dias de mare, mais horas e horas dentro do chamado Baz Buss. E um jeito muito facil e barato de viajar, mas voce corre alguns riscos, como o motorista dormindo ao volante. Bom, a cidade seguinte foi Durban.

Outra cidade muito grande, onde se ve a maior populacao de mulcumanos e indianos da Africa. A praia la e um lugar interessante. Pessoas de burca, mulheres com touca de banho e la uma vez ou outra algum biquini. Criancas por toda. Choveu no camping, acordei alagada e nao tive outra saida a nao ser procurar um lugar seco para dormir. Um bom hotel mas uma comida que me deixou de molho por quase tres dias. Faz parte do conhecimento...
Swaziland, um pais no meio da Africa do Sul. E como uma ilha sem mar. Heranca dos tempos do apartheid. Eles tem rei e rainha e muita gente no centro da capital. Esta foto e da fronteira.

Passei pouco tempo la, especialment porque sem comunicacaono o camping pode ser desastroso. Sem telefone, Internet, mas com belissimas paisagens.


Finalmente, depois de quasae duas semanas, Mocambique. Achei que me sentiria em casa ouvindo portugues mas preferi (e eles tambem) continuar falando ingles pois e mais facil o entendimento, por incrivel que pareca. Maputo e uma cidade muito grande, mas tambem muito pobre e cheia de politicos corruptos, que nao deixam sequer a cidade ter uma coleta de lixo decente. Mas o povo, assim como o brasileiro, da seu jeito, e feliz e adora nossos atores, nossas novelas e nosso estilo de vida. Brasileiros sao muito bem-vindos. Os predios da regiao central sao de quase cinquenta anos atras. O que torna a cidade pitoresca sao as roupas que se colocam nas janelas.

Um colorido so, um cenario de guerra e fantasia. Mas dizem que o pais esta crescendo e se modernizando. O sistema de agua ainda e o mesmo da colonizacao. Entao, problemas com banho e higiene basica aconteceram durante a estadia. O camping era um lugar divertido, apesar de tudo. Mangas caindo da nossa cabeca durante a noite, barulhos de todos os lados. Na noite da virada do ano, a opcao era ficar acordada o maior tempo possivel para nao ligar para a falta de agua e mangas. Mas um bom lugar surgiu, regado a cerveja e drinks incrivelmente baratos quando de faz a convercao...
Com tanto cansaco acumulado, enfrentar um onibus ate Johanesburg foi facil. De la para Cape Town mais 18 horas e minha casa aqui nunca foi tao confortavel...
(centro de Johanesburg)

















1 comment:

Unknown said...

Oi Ana!!!! Maravilhosos seus relatos!!!! Fiquei emocionada...
Eu, como boa amante de viagens, aventuras e natureza, amo também viajar por lugares através dos amigos e seus relatos...
Aproveita bastante e nos conte tudo!!!!
Felicidades
Lu